
Ou melodia qualquer que consiga expressar
Intimidade sua sem dar vez à prosa
E enquanto há fonema, insiste em rimar
É alma que não tem pressa
De viver os sonhos mais estranhos
Todos os seus pecados confessa
Com a beleza e paixão de gerânios
Quando o vento lhe sopra, versa
E a vida fica mais bela
Sentimentos na chuva dispersa
E os transforma em arco-íris pra ela
Ser poeta é ter em papel e caneta
Homenagem à inspiração
É ver o mundo com os olhos
E enxergá-lo com o coração.